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Ainda faz parte da cultura humana aceitar que, em algum momento da vida, perder dentes é um processo natural. Em vez de analisar que a cárie dentária como uma doença passível de prevenção, a população […]
Ainda faz parte da cultura humana aceitar que, em algum momento da vida, perder dentes é um processo natural. Em vez de analisar que a cárie dentária como uma doença passível de prevenção, a população parece acreditar através dos mitos construídos e reproduzidos, que a cárie dentária é uma fatalidade à qual o ser humano está exposto. É importante enfatizar que os conhecimentos atuais asseguram a possibilidade de uma criança ser acompanhada desde o nascimento até a idade adulta sem apresentar cárie dentária.
A cárie dentária é uma doença multifatorial, e da sua multicausalidade participam fatores demográficos, socioeconômicos, comportamentais e microbiológicos. Entre os fatores comportamentais destaca-se o papel das práticas alimentares como causa imprescindível para sua ocorrência. Atualmente é imprópria a orientação de que se “pode comer o que e quando quiserem, desde que escovem os dentes depois”.
A dieta, particularmente em termos de carboidratos refinados, é uma variável de importância crucial no processo de cárie dentária. Carboidratos representam o substrato que permitirá a liberação de ácido por parte de bactérias sobre a superfície dentária, além de influenciar na quantidade de placa bacteriana, na composição de microrganismos e na qualidade e quantidade de fluxo salivar. Portanto, alimentos refinados que contenham amido, como pão ou biscoitos, são potencialmente mais cariogênicos em relação a carboidratos não-refinados. O mel também é contra-indicado no primeiro ano de vida, do ponto de vista de saúde bucal. Apresentando uma forma física altamente pegajosa e composto principalmente por frutose e glicose, o mel é metabolizado por bactérias cariogênicas. Quando oferecido com frequência, inclusive tendo como veículo a chupeta, pode ser fator importante na formação da cárie precoce na infância.